O RETORNO DA FORMAÇÃO LENDÁRIA:
HELLOWEEN ANUNCIA O SUCESSOR DO ÁLBUM #1 DA ERA DE REUNIÃO – E TOUR DE 40 ANOS DA BANDA
Com 15 discos de ouro, seis de platina e mais de dez milhões de cópias vendidas, o HELLOWEEN celebra seus 40 anos de carreira com o sucessor do aclamado álbum autointitulado de 2021, que alcançou o topo das paradas. “GIANTS & MONSTERS” é o segundo álbum da formação lendária, e o título já indica claramente o caminho que o trabalho segue.
Seguros e transbordando vitalidade, os sete integrantes apresentam aquele que provavelmente é o álbum mais versátil de toda a carreira. Já na faixa de abertura, “GIANTS ON THE RUN”, a banda aciona o gatilho desde o primeiro riff, marcando território com as poderosas vozes de Andi Deris e Kai Hansen. Não há qualquer sinal de contenção – a música respira, avança e libera um rugido que deixa claro o pulso incandescente das dez novas composições. Aqui, a experiência e o entusiasmo musical de uma banda capaz de tudo se impõem: heavy, speed, rock, balada – simples, complexas ou progressivas. Com cinco compositores de peso e sete músicos de nível mundial, “GIANTS & MONSTERS” rompe de vez quaisquer limites criativos.
Musicalmente direta e um autêntico hit, “A LITTLE IS A LITTLE TOO MUCH” oferece a Andi Deris e Michael Kiske o espaço necessário para que suas vozes monumentais deem vida a uma história íntima. “Basicamente, fala sobre o famoso ‘pingo d’água que transborda o copo’. Mas, durante o processo de composição, lembrei de uma experiência que tive aos 15 anos, e a letra acabou ficando bastante erótica – sobre pequenas coisas que podem encerrar algo grande bem rápido”, ri Deris. “THIS IS TOKYO” também é pessoal. “Sempre quis escrever essa música. O Japão tem um papel muito especial na minha vida, porque tive meus primeiros grandes sucessos lá com o Pink Cream 69, e sempre fui tratado de forma incrível. Queria fazer um tributo e finalmente encontrei a ideia certa para a letra. E como ‘Tokyo’ soa melhor no refrão do que ‘Japan’, a cidade representa todo um país que é muito importante para mim.”
“‘UNIVERSE (GRAVITY FOR HEARTS)’ é um lembrete de que tudo no universo está conectado, e que aquilo que parece uma quantidade infinita de estrelas pode, na verdade, ser momentos, corações e decisões”, descreve o compositor Sascha Gerstner. Com mais de oito minutos de duração, “UNIVERSE (GRAVITY FOR HEARTS)” e “MAJESTIC” se destacam não apenas como longtracks — ambas surpreendem com mudanças vertiginosas de dinâmica e vastos arcos melódicos que criam mundos inteiros: o que quer que você acredite, é real. Junto de “WE CAN BE GODS”, “MAJESTIC” também é uma das faixas que reúne os três vocalistas da superformação do HELLOWEEN. Ambas foram compostas por Kai Hansen e trazem todos os elementos que consolidaram sua marca no coração dos fãs de metal. “Espaço e alienígenas são temas que adoro e me fascinam. Mas você também pode interpretar o refrão como uma descrição da própria banda: ‘Voltamos, e somos os Mestres do Power Metal’ – deixo isso para os fãs”, brinca Hansen.
A maestria também se revela nas grandes baladas, e “GIANTS & MONSTERS” oferece a primeira delas nesta configuração. “INTO THE SUN” é um dueto no qual Deris e Kiske despejam seus sentimentos em interpretações arrebatadoras, conduzidos por orquestrações magistralmente arranjadas e solos de guitarra repletos de emoção. “Originalmente, a letra era diferente, mas agora fala sobre reencarnação, o que combina muito mais com a música”, revela Deris. “O Michi e eu temos crenças parecidas nesse sentido, e eu realmente queria que gravássemos a faixa juntos. Ele simplesmente soa incrível cantando isso.” “SAVIOR OF THE WORLD”, um clássico de Weikath em sua melhor forma, poderia facilmente estar em um dos lendários álbuns ‘Keeper’, e a extravagante “UNDER THE MOONLIGHT” reforça mais uma vez seu talento singular como compositor.
Superar superlativos e apresentar outro marco com “GIANTS & MONSTERS” exige coragem para reinventar constantemente um colosso como o HELLOWEEN – além de seguir desafiando sete carreiras brilhantes mesmo após quatro décadas. E isso inclui os instintos dos produtores Charlie Bauerfeind e Dennis Ward. Um exemplo é o fato de Dani Löble ter gravado todas as faixas em três kits de bateria diferentes, escolhendo individualmente qual setup entregava o “clima perfeito” para cada música – algo possível apenas com total liberdade criativa e padrões altíssimos. Um nível de esforço e atenção aos detalhes pouco comum. A mixagem foi realizada no lendário Wisseloord Studios, em Hilversum, que já recebeu gigantes como Iron Maiden, Judas Priest, Def Leppard e Rammstein.
A fricção criativa é outro segredo dessa banda que vive uma segunda primavera após a reunião. “O que nos motiva é o fato de sermos extremamente diferentes. Isso gera tensão e energia criativa”, explica Weikath. “E se algum problema aparece, nos reconectamos por meio da paixão e do senso de humor. Tentamos não levar a nós mesmos e tudo ao nosso redor tão a sério”, completa Hansen. Deris conclui: “No fim das contas, somos apenas sete caras que querem fazer música e aproveitar a força incomparável que surge quando estamos juntos. HELLOWEEN é muito mais poderoso do que a soma das partes.”
A incomparável “pumpkin power” do HELLOWEEN voltará a dominar os palcos na próxima turnê de aniversário, quando a banda e seus fãs celebrarão 40 anos de história. O grupo percorrerá as maiores arenas do mundo com um setlist definitivo, reunindo clássicos, músicas mais recentes e surpresas legítimas. As primeiras datas da turnê europeia, que começa em meados de outubro, esgotaram imediatamente, e ingressos para shows extras em Madri e Bochum já estão à venda. O recém-lançado CD e Blu-ray/DVD “LIVE AT BUDOKAN”, que registra o primeiro show esgotado da banda no lendário Budokan, em Tóquio, é o aquecimento perfeito para quando o HELLOWEEN levar seus fãs – e todos os “GIANTS & MONSTERS” do mundo – para mais uma volta vitoriosa pelo paraíso do metal.