Com vinte anos foi estuar Direito no Rio De Janeiro, mas se encantou com uma dupla tocando viola caipira, e decidiu seguir carreira na música tendo Tião Carreiro como mestre desde então. Voltou a Campo Grande e cada vez mais encantado com o instrumento resolveu ir para São Paulo, aonde gravou o primeiro disco em 1981.
Com mais de 35 anos de carreira e 12 discos gravados, é considerado um dos artistas mais completos da música brasileira. Almir tornou-se um dos responsáveis pela valorização da viola caipira, por agregar um toque mais sofisticado ao instrumento, estilos como blues e rock, embalados pela pegada do folk norte-americano, uma mistura de música folclórica, erudita e popular, considerada atemporal, com influências da música inglesa e das fronteiriças com seu estado MS - a paraguaia e andina.
Foi eleito melhor “Solista e Música” Instrumental no 4º Prêmio da Música Brasileira de 1991, por “Moura”, e premiado como coautor de “Tocando Em Frente”, parceria com Renato Teixeira que se estenderia por muitos anos rendendo muitos frutos, eleita a melhor música da MPB no ano na voz de Maria Bethânia.
Com o 4º Prêmio da Música Brasileira (1991), Almir foi escolhido como melhor Solista e Música Instrumental, a belíssima “Moura”, e como coautor de "Tocando em Frente", em parceria com Renato Teixeira, na voz de Maria Bethânia, como a melhor canção da MPB, esta considerada um "hino" motivacional desde então.
Como ator fez sucesso interpretando violeiros nas novelas “Pantanal”, “Rei Do Gado”, “Ana Raio e Zé Trovão” e “Bicho Do Mato”.
Em 2012 foi eleito pela revista “Rolling Stone Brasil” um dos 30 maiores ícones brasileiros na guitarra e violão.
Ao lado de Renato Teixeira lançou o premiadíssimo “AR” em 2015, disco que passeia por várias vertentes e influências músicas, indo do folk ao rock, sempre flertando com a música caipira e de raiz tão presente nas influências da dupla. O álbum foi vencedor da categoria “Melhor Álbum de Música Raízes Brasileiras no 17º Grammy Latino e no 27º Prêmio de Música Brasileira como melhor dupla regional.
O disco foi tão bem recebido por crítica e público que a dupla lançou em 2018 “+ AR”, eleito o “Melhor Álbum de Música de Raízes da Língua Portuguesa“ no 19 Grammy Latino. Em 2019 ambos os artistas voltaram o foco para suas carreiras solo e projetos individuas, com a criatividade em alta após os últimos trabalhos.
Fonte: Facebook oficial Almir Sater e Wikipedia