Carreira
Paulinho Moska completou, em 2016, 20 anos de carreira solo. Suas primeiras gravações aconteceram em 1986, quando fazia parte do grupo Garganta Profunda, com o álbum “Orquestra de Vozes”.
Nesse mesmo período formou a banda Inimigos do Rei ao lado de outros integrantes do Garganta. A banda lançou dois discos, emplacou dois grandes hits, “Uma Barata Chamada Kafka” e “Adelaide", e fez shows por todo o país.
Moska também tornou-se um compositor muito requisitado por diversos artistas da música brasileira. Compôs músicas para Marina Lima, com “Admito Que Perdi”, Maria Bethânia (“Saudade”), Elba Ramalho (“Relampiano”), Ney Matogrosso (“O Último Dia” e “Gotas do Tempo Puro”), Maria Rita (“Muito Pouco”), Mart’nália (“Soneto do Teu Corpo”, “Sem Dizer Adeus” e “Namora Comigo”), Zélia Duncan (“Carne e Osso”, “Não” e “Sinto Encanto”) e muitos outros.
O cantor também emplacou 13 músicas em trilhas de novelas e minisséries da TV Globo, como “O Último Dia”, da novela “O Fim do Mundo”, “A Seta e o Alvo”, da novela “Zazá”, “Pensando em Você”, em “Agora É Que São Elas” e “Tudo Novo de Novo”, tema de abertura da minissérie de mesmo nome. Todas as canções tornaram-se muito populares devido à grande audiência da emissora.
Parcerias
Em 2003, Moska iniciou uma grande parceria com artistas da América do Sul ao lançar o disco “Tudo Novo de Novo”. O álbum contava com uma versão da canção “A Idade do Céu”, do uruguaio Jorge Drexler, que veio ao Brasil para participar do show de lançamento do disco no Canecão, no Rio de Janeiro. Após a apresentação, Drexler convidou Moska para realizar uma sequência de shows no Uruguai e na Argentina.
Nesse mesmo contexto conheceu o argentino Kevin Johansen, com quem gravou “Muito Pouco Para Todos”. No DVD, os dois repetem ao vivo o dueto gravado em estúdio com a canção “Waiting For The Sun to Shine” e refazem “A Idade do Céu”, que tornou-se a canção símbolo da relação de Paulinho Moska com os amigos sul-americanos.
Festivais Latinos
Moska organizou dois festivais musicais, o Mercosul Musical, em 2008, e o Soy Loco Por Ti America, em 2011. O principal intuito era unir artistas brasileiros, como Arnaldo Antunes, Paula Toller e Vitor Ramil, com artistas sul-americanos, como Drexler, Johansen e Pedro Aznar. A ideia era formar uma dupla com um artista de lá e outro daqui para concretizar a ligação entre o Brasil e o resto do continente.
Em 2015, gravou o álbum “Loucura Total”, que conta com canções em português e espanhol e mistura salsa, rock e até samba.
Nesse mesmo ano, no projeto “Violoz”, Paulinho Moska caiu na estrada somente com seus violões preferidos para tocar suas canções de uma forma totalmente nova. É um show ideal para cantar e se emocionar junto com o cantor e compositor.
Zoombido
Em 2018, gravou a nova temporada do programa "Zoombido", do Canal Brasil, com artistas uruguaios. Com 10 temporadas exibidas no Brasil, Moska entrevista, fotografa e também realiza duetos com todos os mais de 240 compositores que já participaram do programa. Os EPs da série, contendo o áudio dos episódios podem ser encontrados nas plataformas digitais.
Fotografia
Os retratos dos convidados do programa renderam uma exposição fotográfica na Galeria Arthur Fidalgo, no Rio de Janeiro. Moska já havia passado por essa experiência em 2006, com a a exposição "Reflexos e Reflexões", exibida na Caixa Cultural de Brasília, com os autorretratos que originaram a capa e a arte do álbum "Tudo Novo de Novo". A fotografia se tornou mais uma das multifacetas de Paulinho Moska.
Fonte: Site oficial Paulinho Moska