Lançaram o primeiro disco, Violet Soda, em 06/12/2019. Algo completamente “transcendental,” como descreveu Karen. A única mulher da banda assume os vocais e a guitarra, e toca ao lado de Murilo Benites, também guitarrista, Tuti AC, baixista, e André Dea, baterista.
A primeira música que finalizaram foi “Coffe” (em inglês, mesmo - idioma escolhido pela banda). Integrou, junto de outras três faixas, o EP de lançamento Here We Go Again (2018), e foi escolhida para virar um clipe.
A cara “clássica” do rock chamou a atenção, e em 2019, já com dois EPs, o Violet Soda tornou-se uma das principais bandas novas no cenário hardcore do Brasil. Tocou, este ano, na Semana Internacional da Música em São Paulo, no Festival Oxigênio, no Curitiba HC Fest. Também dividiram palco, em shows individuais, com Struts, Pitty, Dead Fish, Zander e Raça.
A banda fez muito, muito barulho, e galgou os degraus da cena. Violet Soda entra em 2020 com uma nova cara, uma nova fase. Lançaram, oficialmente, seu disco após assinar com a Deck em parceria com Forever Vacation Records. Tem, agora, novas oportunidades sem o “perrengue” inicial de montar a banda - e aproveitam para investir em novidades.
Lançaram em 13/12/2019, o clipe de “Charlie,” faixa de abertura do disco Violet Soda. Ao contrário dos vídeos anteriores, feitos pelos integrantes com ajuda de amigos, esse teve uma equipe completa por trás. Existiu um diretor, um diretor geral, diretor de fotografia e orçamento. “Algo que não estamos acostumados,” observa Karen. Mas gosta da mudança: “Todo mundo que nos acompanhava vai poder ver nossa trajetória.”
Esse caminho, inclusive, foi há muito traçado e desejado. Depois de lançar dois EPs com quatro músicas cada, já pensavam no disco. “Por sermos macacos velhos, sabíamos o que seria legal para fazer, de modo que as pessoas fossem conhecendo a banda de um jeito que daria certo. Então, mostramos duas fases [nos EPs] e, agora, trouxemos o álbum para firmar que a gente é isso, mesmo.”
Fonte: adaptado de rollingstone.uol.com.br, 2021.