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Doce Maravilha 2025: confira os melhores momentos do festival

07.10.2025 por Aline Aoki

 

De 26 a 28 de setembro, o Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro, foi palco da 3ª edição do Doce Maravilha — um festival que reuniu mais de 40 artistas de diferentes regiões do país e gerações, em uma grande celebração da diversidade e da potência da música brasileira.

O Doce Maravilha já nasceu com um propósito diferente: não apenas trazer turnês prontas, mas desafiar os artistas a criar apresentações únicas, encontros inusitados e shows que só acontecem ali. Sob curadoria de Nelson Motta, o festival consolidou-se como a maior festa dedicada à música brasileira, mostrando que o nosso “Produto Interno Bruto” é inesgotável.

 

Sexta-feira (26): rock, punk e celebrações

A abertura da edição contou com um line-up focado no rock nacional. O CPM 22 celebrou 30 anos de estrada, enquanto o Dead Fish dividiu o palco com Di Ferrero e Gee Rocha (NX Zero). O grande momento da noite foi o reencontro do Forfun, comemorando 20 anos do álbum Teoria Dinâmica Gastativa, com participação de Lucas Silveira (Fresno).

 

Sábado (27): da MPB a nostalgia

O sábado mostrou a pluralidade da programação. Teve espaço para todas as idades: Adriana Calcanhotto reviveu o universo infantil com Partimpim, enquanto o “Baile do Simonal” trouxe a energia da música popular com Ícaro Silva e o bloco Acadêmicos do Baixo Augusta.

Orquestra Imperial prestou tributo a Erasmo Carlos em Erasmo Imperial, ao lado de Gaby AmarantosJota.pê. Mais tarde, o público vibrou com a energia do BaianaSystem e presenciou um dos encontros mais aguardados do festival: Ney Matogrosso e Marisa Monte, revisitando clássicos do Secos & Molhados em um espetáculo histórico.

 

Domingo (28): coroação da música brasileira

O encerramento foi digno de festa de família. Pretinho da Serrinha aqueceu a plateia com Paulinho Moska, preparando o público para o encontro de hitmakers Nando Reis e Samuel Rosa, que transformaram o festival em um grande karaokê coletivo.

Logo depois, o samba brilhou no trio de ouro formado por Zeca Pagodinho, Martinho da Vila e Alcione, que desfilaram clássicos como Deixa a Vida Me Levar.

A noite terminou com a consagração de Liniker, que celebrou ao vivo 1 ano do álbum Caju — eleito melhor do pop em 2024 e recordista de indicações ao Grammy 2025. A artista reuniu no palco BaianaSystem, Melly, Priscila Senna, Lulu Santos e Pabllo Vittar, soprando velinhas em grande estilo e deixando claro: o futuro da música brasileira é diverso, vibrante e emocionante.

 

Mais que um festival, uma celebração

Entre encontros geracionais, tributos, homenagens e colaborações inéditas, o Doce Maravilha 2025 reafirmou seu papel como um dos principais festivais do calendário nacional. Uma festa que une tradição, inovação e diversidade, celebrando a música brasileira em sua forma mais pura.

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